Era uma ROSA cheia de lindos sentimentos...que ficava a mercê dos ventos. Num dia era o vento forte...do sul....No outro era o vento sereno do norte.
Era uma ROSA cheia de lindos sentimentos...que ficava a mercê dos ventos. Num dia era o vento forte...do sul....No outro era o vento sereno do norte.
Ás vezes...para aprender a lidar com a delicadeza de uma ROSA. É preciso antes...aprender a cultivar silêncios...acalmar vontades...e conter sentimentos.
A INTUIÇÃO nos ensina a entender o ritmo do outro. O outro tem outros mundos. O outro precisa de espaços. Se no teu deserto vês a miragem de um oásis...não a perca de vista. E para que não desistas...esqueça a miragem...e concentre-se no oásis.
ELA tem um sorriso contagiante...que quando fica mais que um pouquinho na gente...FICA APAIXONANTE.
DONA SARA foi um EXEMPLO MORAL, RELIGIOSO e EDUCACIONAL...de serviços prestados a Comunidade Cassiense.
Tinha ao mesmo tempo um comportamento determinado e rígido...associado a uma grande doçura e amor incondicional ao próximo.
Um dia ela me chamou de lado...passou carinhosamente a mão em minha cabeça e perguntou-me: O QUE ESTÁ ACONTECENDO CONTIGO ? POR QUE ESTÁS TÃO REVOLTADO ? No fundo, no fundo sei que és um bom menino.
Sem saber o que responder diante de seu gesto tão humano e sensível...disse-lhe: PARECE QUE TEM UNS MIL DIABINHOS DENTRO DE MIM.
Ela sorriu-me e disse: REZE, REZE COM MUITA FÉ...e peça para SANTA RITA DE CÁSSIA...pra mandar todos os teus diabinhos para o céu...que lá eles cortarão os rabinhos deles...em seguida lhes colocarão asas...e eles se transformarão em lindos anjos.
E eu na minha inocência acreditei e acredito nisso até hoje.
Obrigado DONA SARA pelos teus valiosos ensinamentos.
QUE A SUA ALMA SEJA PARA SEMPRE ABENÇOADA !
É medindo sentimentos com toda a doçura de nosso coração...que experimentamos a deliciosa sensação...de um verdadeiro querer...dentro de nosso SER.
Prometi pro meu destino...
que nunca deixaria de ser menino.
Pois era esse o jeito mais sábio de preservar um pouco da essência...de minha inocência.